O que é mineração de criptomoedas?

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Se você é um trader experiente ou um novato investidor se aventurando no mundo das
criptomoedas, uma coisa é certa: você com certeza ouviu ou ainda vai ouvir o termo
“mineração”. Pensou em ouro ou outras pedras preciosas? Então está no caminho certo.
Afinal, minerar bitcoins ou altcoins tem basicamente o mesmo objetivo, que é o de gerar e inserir novas moedas no mercado.

Para entende-la melhor, vamos voltar ao conceito de blockchain. O grande diferencial da
tecnologia é a criptografia e o registro de dados nos blocos de forma segura, pública e
inviolável. Para tanto, esse processo precisa ser verificado a fim de atestar sua autenticidade. É aqui que começa o trabalho dos mineradores.

Por meio de softwares específicos e alto poder de processamento, os mineradores precisam encontrar o que chamamos de hash (chave da criptografia de cada bloco) e realizar o registro de cada transação. Isso é feito por meio da resolução de cálculos complexos que, quando solucionados, têm seus resultados publicados e o responsável por desvendar essa equação é recompensado pelo esforço com criptomoedas – e é isso que torna a mineração tão atrativa.

Para facilitar o entendimento, podemos fazer uma analogia com um quebra-cabeça. O
blockchain oferece um quebra-cabeça extremamente complexo e uma recompensa à altura para quem resolvê-lo primeiro e de forma correta. Como apenas um puzzle por vez fica disponível para todos os usuários do mundo, o algoritmo da criptomoeda aumenta a complexidade desses cálculos a medida que mais pessoas tentam solucioná-los.

Para se ter uma ideia do tamanho dessa bonificação, atualmente um minerador de bitcoin leva em torno de 12,5 moedas pela tarefa, o equivalente entre R$ 300 mil e R$ 400 mil. Esse verdadeiro bolão atrai mineradores individuais, em grupo (conhecidos como pool) e até mesmo empresas especializadas em mineração.

Por conta da complexidade e dificuldade desta resolução, a mineração envolve altos custos, principalmente atrelados aos softwares utilizados e a energia que eles consomem. É exatamente por isso que a China é o atual polo da mineração mundial. Outros países como Geórgia, Suécia e Estados Unidos também são conhecidos por serem mineradores ativos de criptomoedas.

Além das vantagens para quem se arrisca na solução dos cálculos, é a mineração que permite que o blockchain não dependa de uma estrutura centralizada e, claro, que as transações feitas ali sejam confiáveis e seguras. Um “viva” aos mineradores!

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